Novos caminhos.
15.julho.2010

Logo no ar.... .



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Um encontro mágico com Lu Horta
07.julho.2010

   Lu é a tradução da sutileza, mulher de voz fluída ela arrasou de Pilar no palco do Tom Jazz.

  

 

 





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Num momento Belle Epoque.
26.junho.2010

Minha noiva Belle Epoque.
Fabiana Russano
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Juliana Goulart
26.junho.2010

    " Você tocou o meu sonho." 

 





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Adeus
19.junho.2010

Momentos "Há momentos assim na vida: descobre-se inesperadamente que a perfeição existe, que é também ela uma pequena esfera que viaja no tempo, vazia, transparente, luminosa, e que às vezes (raras vezes) vem na nossa direcção, rodeia-nos por breves instantes e continua para outras paragens e outras gentes."
saramgo
In Manual de Pintura e Caligrafia, Ed. Caminho, 6.ª ed., p. 291 (Selecção de Diego Mesa) Esta entrada foi publicada em Junho 4, 2010 às 12:01 am e está arquivada em Outros Cadernos de Saramago. Pode seguir as respostas a esta entrada através do feed de RSS 2.0. Tanto os comentários como os pings estão actualmente fechados.



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Karina Kotake
19.junho.2010

Um encontro de poucas palavras. De um sonho grego surgiu o vestido de Karina Kotake. p
Karina Kotake
karina kotake
karina kotake




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Andei sumida.... mas os pensamentos continuam a mil.
19.junho.2010

sereia
retro nail
erte
Anna Sten
decotes
p



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18.maio.2010

Madame Grès nasceu bem no início do século XX como Germaine Émile Krebs e mais tarde usou vários nomes como Marcelle Alix, Alix, Alix Grès, e Alix Barton. O nome Grès é mais uma criação sua, surgiu da adaptação do nome de seu marido de trás para frente, Serge.
Dentre suas criações as mais marcantes foram os vestidos drapeados. Seus drapeados eram tão perfeitos que uma vez até perguntaram como ela conseguia 'esconder' tantos metros de tecidos. Entretanto, madame Grès não gostava de ser chamada de' a rainha dos drapeados'. Dizia que quando criava uma roupa no manequim o tecido, quase sempre em jersey de seda, deveria ficar do jeito que caía e com perfeição inigualável, aproveitava o movimento natural que o tecido fazia . Era pura alta costura. Sua cor preferida era o branco e todas as suas nuances.
Madame Grès adorava trabalhar e o que ela mais gostava de fazer era cortar as roupas ela mesma. Ao final de cada coleção Grès usava até o fim três tesouras. Em seu ateliê estava sempre com uma tesoura pendurada ao pescoço por uma fita.
Suas roupas pareciam verdadeiras esculturas gregas e para ela o jersey de seda (sua matéria prima mais usada) era estudado e trabalhado como os mármores do olimpo por seus arquitetos. A arte era a mesma, esculpir. Além de vestir as mulheres mais elegantes de sua época dentre elas Wallis Simpson, Vivian Leigh, Greta Garbo, Marlene Dietrich, Jackie Onassis , a Begum e Grace Kelly, madame Grès desenvolveu um grande trabalho como figurinista de teatro. E mais, o famoso e versátil tubinho preto é atribuido a ela.



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Sabine Pieper
23.abril.2010

Amei. Just it.
[img=1129 quer mais? http://sabinepieper.com/



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Manu Mitre casando na Ilha.
23.março.2010





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