Confesso, tenho compulsão por guardar pedacinhos de coisas. Desde sempre, caixinhas, envelopes e tudo que possa servir de garantia para que minhas referências não parem na boca do lixo ( pq. também quando decido jogar tudo fora... sai de baixo) tomam conta das minhas gavetas.
Faço isso com amostras de cor, tecidos, botões, fotinhos ( algumas veeeelllhiinhas, Edson é que morre de rir qdo chego com uma delas toda amassadinha pelo tempo esperando a hora certa de se transformar em outra coisa), anotações, desenhos e tudo, tudo mesmo que você consiga imaginar. Praticamente um arquivo morto que de morto não tem nada, só está a espera da hora certa de acordar de um sono profundo.
Foi assim com as fotos que tirei da Dri, minha irmã, ainda na faculdade. Fotos que por mais que o tempo passe elas ainda passeiam pelas gavetas na certeza de um dia transformar isso em algo maior, mas por enquanto divido com vocês meu olhar.